Há mais de doze anos, a Ucrânia atravessa uma fornalha de sofrimento. Desde 2014, e especialmente desde o início da guerra em larga escala em 2022, o nosso povo sangra, chora suas perdas e defende sua terra e sua dignidade. Nos territórios ocupados, igrejas são incendiadas, pastores são presos, e a fé é colocada à dura prova — mas não se apaga. Temos sido testemunhas de genocídio, cidades destruídas, crianças sequestradas, corpos mutilados e destinos despedaçados.
As forças do mal se uniram. O Irã e a Coreia do Norte fornecem armas ao exército do Kremlin. Regimes ditatoriais formaram uma aliança terrorista, voltando-se não apenas contra a Ucrânia livre, mas também contra toda a civilização. Estamos no próprio coração da frente militar e espiritual. Trata-se de um confronto global entre a luz e as trevas, a liberdade e a tirania, a verdade e a mentira, a vida e a morte.